Em homenagem à Rachel de Queiroz, uma estátua foi construída em Fortaleza
(FOTO: Wikipidia)
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Trapiá, Dias e Dias e O Mundo de Flora. Tais obras foram escritas por cearenses, e já foram introduzidas no ambiente escolar no passado. Com a finalidade de tornar a prática uma espécie de disciplina obrigatória no ensino fundamental e médio do estado, um projeto de lei tramita na Assembleia Legislativa do Ceará desde 2014.
A disciplina seria chamada de “Conhecimento e Estudo dos Autores Cearenses”, e estaria inserida na grade curricular das escolas públicas mantidas pelo Governo do Estado do Ceará. O autor do projeto, deputado Wellington Landim, justifica que a literatura cearense é muito relevante na história das letras do Brasil. A medida seria uma forma de evitar que a nova geração de estudantes envelheça sem conhecer os autores conterrâneos.
Ele relembra a Padaria Espiritual, movimento que tinha o mesmo sentimento de renovação da literatura e o caráter crítico de vanguarda que iria gerar o Movimento Modernista. Além disso, ressalta a primeira escritora a fazer parte da Academia Brasileira de Letras, que foi Rachel de Queiroz.
O projeto ainda critica a atual grade curricular das escolas, que não dedica um espaço para os escritores locais. E recorda os vestibulares produzidos pela Universidade Federal do Ceará (UFC). “Com a chegada do Exame Nacional do Ensino Médio,desapareceu a indicação de livros e a obrigatoriedade da leitura de romances, poemas e ensaios de nossos autores”.
Fonte: Tribuna do Ceará

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